Pode o museu ser um jardim? (série da Coleção)

Em 2014, o Museu de Serralves iniciou uma série de livros dedicados à investigação e divulgação da sua colecção. Estas publicações apresentam-se como guias de aproximação a obras singulares ou a tendências conceptuais e temáticas representativas não só do acervo da instituição, mas também da arte contemporânea portuguesa após os anos de 1960. A colecção é definida pelo seu formato de livro de bolso, em que a capa é formada por uma imagem parcialmente oculta por uma banda branca, em rodapé, na qual se inscreve o título – apenas quando se abre o volume, ou se desdobram as badanas deste, é que se torna possível observar a totalidade da imagem e do texto.

O volume “Pode o Museu ser um jardim” acompanhava a mostra homónima, com curadoria de João Ribas, na qual se propunha uma reflexão acerca do museu enquanto lugar de deambulação e de devaneio, tendo, nesse sentido, sido selecionadas obras que abordam a relação quer com o conceito de paisagem, quer com a natureza. Mais do que um catálogo de exposição, o livro reúne textos de autores de diferentes épocas, de Francis Bacon a Charles Darwin, passando por Henry David Thoreau, Siza Vieira ou Sophia de Mello Breyner. O layout destas páginas assemelha-se ao de um romance. As secções que incluem imagens das obras seguem uma estrutura gráfica mais fluída e claramente distinta das anteriores.

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Ano: 2015
Categoria: Livro

Cliente: Museu de Serralves
Formato: 148 x 210 mm, capa mole
Páginas: 192
Impressão: Offset