Serralves – Série da Coleção

Um realismo cosmopolita: O grupo KWY (série da Coleção)

Em 2014, o Museu de Serralves iniciou uma série de livros dedicados à investigação e divulgação da sua colecção. Estas publicações apresentam-se como guias de aproximação a obras singulares ou a tendências conceptuais e temáticas representativas não só do acervo da instituição, mas também da arte contemporânea portuguesa após os anos de 1960. A colecção é definida pelo seu formato de livro de bolso, em que a capa é formada por uma imagem parcialmente oculta por uma banda branca, em rodapé, na qual se inscreve o título – apenas quando se abre o volume, ou se desdobram as badanas deste, é que se torna possível observar a totalidade da imagem e do texto.

O volume “Um realismo cosmopolita: o grupo KWY” foi publicado por ocasião da exposição homónima, com curadoria de Catarina Rosendo, também autora do texto do livro. Surgido em finais dos anos de 1950, o grupo KWY constituiu uma rede internacional de artistas que, sob o pano de fundo das transformações sociais, culturais e económicas da Europa do pós-guerra, procuravam novas formas e uma nova linguagem para a arte. Reunindo os portugueses René Bertholo, Lourdes Castro, António Costa Pinheiro, Gonçalo Duarte, José Escada e João Vieira, o búlgaro Christo e o alemão Jan Voss, este colectivo congregou-se em Paris em torno da edição da revista KWY, publicada entre 1958 e 1964. Reproduções de páginas dos 12 números desta revista, caracterizada por uma grande experimentação plástica, são incluídas no livro.

Pode o museu ser um jardim? (série da Coleção)

Em 2014, o Museu de Serralves iniciou uma série de livros dedicados à investigação e divulgação da sua colecção. Estas publicações apresentam-se como guias de aproximação a obras singulares ou a tendências conceptuais e temáticas representativas não só do acervo da instituição, mas também da arte contemporânea portuguesa após os anos de 1960. A colecção é definida pelo seu formato de livro de bolso, em que a capa é formada por uma imagem parcialmente oculta por uma banda branca, em rodapé, na qual se inscreve o título – apenas quando se abre o volume, ou se desdobram as badanas deste, é que se torna possível observar a totalidade da imagem e do texto.

O volume “Pode o Museu ser um jardim” acompanhava a mostra homónima, com curadoria de João Ribas, na qual se propunha uma reflexão acerca do museu enquanto lugar de deambulação e de devaneio, tendo, nesse sentido, sido selecionadas obras que abordam a relação quer com o conceito de paisagem, quer com a natureza. Mais do que um catálogo de exposição, o livro reúne textos de autores de diferentes épocas, de Francis Bacon a Charles Darwin, passando por Henry David Thoreau, Siza Vieira ou Sophia de Mello Breyner. O layout destas páginas assemelha-se ao de um romance. As secções que incluem imagens das obras seguem uma estrutura gráfica mais fluída e claramente distinta das anteriores.

Que sais-je? Livros e edições de artista

Em 2014, o Museu de Serralves iniciou uma série de livros dedicados à investigação e divulgação da sua colecção. Estas publicações apresentam-se como guias de aproximação a obras singulares ou a tendências conceptuais e temáticas representativas não só do acervo da instituição, mas também da arte contemporânea portuguesa após os anos de 1960. A colecção é definida pelo seu formato de livro de bolso, em que a capa é formada por uma imagem parcialmente oculta por uma banda branca, em rodapé, na qual se inscreve o título – apenas quando se abre o volume, ou se desdobram as badanas deste, é que se torna possível observar a totalidade da imagem e do texto.

O quarto volume da série “da Colecção” centra-se numa selecção de livros e publicações de artista, que fizeram parte da exposição “Que sais-je?”, comissariada por Ricardo Nicolau para o Museu de Arte Contemporânea de Bordéus, posteriormente apresentada também em Serralves. Não sendo um catálogo de exposição, o livro inclui imagens das várias obras organizadas por secções temáticas, as quais são intercaladas por ensaios de Ricardo Nicolau, Chuz Martínez e Clive Phillpot. Estes textos apresentam-se num layout mais estável, contrastante com a fluidez das secções das imagens, impressas também num papel diferente.

Conversas: Arte portuguesa recente 

Em 2014, o Museu de Serralves iniciou uma série de livros dedicados à investigação e divulgação da sua colecção. Estas publicações apresentam-se como guias de aproximação a obras singulares ou a tendências conceptuais e temáticas representativas não só do acervo da instituição, mas também da arte contemporânea portuguesa após os anos de 1960. A série é definida pelo seu formato de livro de bolso, em que a capa é formada por uma imagem parcialmente oculta por uma banda branca, em rodapé, na qual se inscreve o título – apenas quando se abre o volume, ou se desdobram as badanas deste, é que se torna possível observar a totalidade da imagem e do texto.

Este quinto volume “da Coleção” acompanhou a exposição com o mesmo título. Concebido como uma série de diálogos entre alguns dos mais influentes artistas portugueses desde a geração da década de 1960 até à actualidade, o livro foi organizado em torno de quatro grupos temáticos orientadores relacionados com o gesto e o quotidiano, legados do modernismo, realidades surrealistas e noções expandidas de pintura. 

Serralves: A História da Coleção 

Em 2014, o Museu de Serralves iniciou uma série de livros dedicados à investigação e divulgação da sua colecção. Estas publicações apresentam-se como guias de aproximação a obras singulares ou a tendências conceptuais e temáticas representativas não só do acervo da instituição, mas também da arte contemporânea portuguesa após os anos de 1960. A série é definida pelo seu formato de livro de bolso, em que a capa é formada por uma imagem parcialmente oculta por uma banda branca, em rodapé, na qual se inscreve o título – apenas quando se abre o volume, ou se desdobram as badanas deste, é que se torna possível observar a totalidade da imagem e do texto.

O sexto volume da série reconstitui a história da Coleção da Fundação de Serralves num texto e projecto de investigação de Catarina Rosendo. É generosamente ilustrado com muitas das suas obras emblemáticas que no livro são acompanhadas pela respectiva história expositiva. No livro, todo o material em papel – esquissos, esquemas, desenhos técnicos, plantas, anotações, são reproduzidos sobre um fundo cinza, distinguindo esta secção das restantes. 

Ano: 2015–16
Categoria: Livro, Catálogo

Cliente: Museu de Serralves
Formato: 148 x 210 mm, capa mole
Páginas: 128
Impressão: Offset